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Antes de os relógios de aventura se tornarem uma categoria disputada, a Seiko já pensava em quem precisava de resistência fora da cidade. Em 1959 surgiu o Laurel Alpinist, criado para montanhistas e atividades ao ar livre.
O modelo tinha uma proposta simples: boa leitura, construção confiável e presença discreta. Não era um diver nem um relógio militar. Era uma ferramenta para terra firme, pensada para acompanhar trilhas, altitude e mudanças de ambiente.
Uma história que atravessa o tempo
Depois das primeiras gerações, o nome Alpinist desapareceu dos catálogos por quase três décadas. O retorno aconteceu em 1995 com os modelos conhecidos como Red Alpinist, que estabeleceram elementos hoje associados à coleção, como a personalidade esportiva elegante e a bússola interna.
Nos anos seguintes, referências como o SARB017 transformaram o Alpinist em objeto de culto. O mostrador verde, os detalhes dourados e a coroa adicional criaram uma combinação improvável, mas imediatamente reconhecível.
A força do Alpinist está justamente nessa trajetória interrompida. Ele não permaneceu continuamente em produção; desapareceu, voltou e encontrou um público novo. Hoje representa uma das interpretações mais originais da Seiko para o relógio de aventura.





