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O Hamilton Murph nasceu para o cinema antes de nascer para as vitrines. Em Interestelar, lançado em 2014, o relógio é parte da ligação entre Cooper e sua filha Murphy — e participa de uma das cenas centrais do filme.
A peça usada na produção foi criada pela Hamilton para a narrativa. Através do movimento do ponteiro de segundos, Cooper transmite uma mensagem em código Morse. O relógio deixa de ser acessório e passa a funcionar como elemento da história.
Uma história que atravessa o tempo
O interesse do público levou a Hamilton a transformar o objeto de cena em produto. Primeiro veio a versão de 42 milímetros. Depois, a interpretação de 38 milímetros aproximou o Murph de quem prefere proporções mais tradicionais.
Fora do cinema, ele é um relógio de campo elegante, com mostrador preto, numerais arábicos e movimento automático. Sua maior força é a combinação entre desenho discreto e uma ligação emocional que poucos modelos conseguem reproduzir.
Mas a fama também eleva a expectativa. O Murph deve ser avaliado como relógio, não apenas como lembrança de Interestelar. Acabamento, pulseira, tamanho e preço precisam fazer sentido no pulso. A história é extraordinária; a decisão de compra continua sendo pessoal.





